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Qual a melhor plataforma para loja virtual?

Qual a Melhor Plataforma para Loja Virtual

Basicamente não há uma única opção de plataforma de E-Commerce que atenda a todos os perfis de lojistas no mercado de lojas virtuais. Existem dezenas ou até mesmo centenas de plataformas no Brasil e no mundo, portanto alguns cuidados básicos devem ser tomados antes de selecionar a estrutura mais adequada a fase do seu negócio.

 

Cuidados ao selecionar a sua plataforma

 

A decisão pela plataforma ideal ainda é uma das maiores dificuldades dos lojistas iniciantes, e também onde visualizamos os maiores erros estratégicos cometidos. A Chiclé Digital se preocupa constantemente em orientar os seus clientes e curiosos a selecionar as melhores plataformas do mercado para contratação, levando em consideração a fase do lojista, suas necessidades, características técnicas e capital de investimento. O principal cuidado a se tomar é evitar de contratar plataformas desconhecidas, e principalmente plataformas particulares de pequenas agências ou empresas de tecnologia, pois estas não possuem infraestrutura suficiente para fazer as diversas atualizações e manutenções necessárias, fazendo assim com que a loja virtual venda cada vez mais. Essa é a nossa dica número 01.

A seguir você poderá entender melhor como funciona a infraestrutura das plataformas de E-Commerce e evitar assim de cair em armadilhas.

 

1 – Desenvolvimento próprio

Apesar de já estar se tornando algo raro, há lojistas que buscam por desenvolvimentos totalmente exclusivos de suas plataformas, ou seja, basicamente com a programação se iniciando do zero. Esta é uma estratégia muito pouco recomendada nos dias de hoje, pois entende-se que todo o desenvolvimento precisará ser 100% realizado, ou seja, desde a tecnologia da plataforma, linguagem de programação, painel administrativo, hospedagem, atualizações, manutenção, etc. Fica extremamente difícil e caro concorrer com as plataformas que já oferecem todos esses recursos, além de manutenção e suporte, e com um patamar muito mais avançado e evoluído. Altíssimo investimento financeiro e de tempo será necessário. 

 

2 – Proprietária

Trata-se de um sistema pronto para uso que pode ter sido desenvolvida por uma empresa de Marketing em específico, Agência, programador ou uma pequena empresa de E-Commerce. Esses desenvolvedores podem tanto vender o código (duplicado) já estruturado para uso de forma total pelo lojista, ou então alugar o mesmo. O que precisa ser observado é com relação a origem deste código, o nível de tecnologia e funcionalidades aplicado ali, se de fato vai ser viável para relevância nos mecanismos de busca e quem será o responsável pela manutenção. O maior problema dessas soluções ficam por conta das manutenções e atualizações, que só são aplicados de forma individual em cada loja, seja pelo proprietário da plataforma ou (dificilmente) outros programadores. Também é preciso ter atenção com o tipo de linguagem de programação que a mesma foi desenvolvida. Também pouco recomendado nos dias de hoje.

 

3 – Open Source

Neste modelo de plataforma, o lojista faz o download gratuito do código aberto, porém vai necessitar de uma equipe ou alguns profissionais para fazer toda a implantação, manutenção e atualizações necessárias. Isso acontece muito com a popular plataforma Magento e Open Cart, por exemplo, que disponibiliza de seu código-fonte para download gratuito. Entretanto, o problema não está na estrutura dessas plataformas, e sim em quem vai cuidar de toda a infraestrutura. Muitos lojistas optam por este modelo por não quererem ficar em plataformas alugadas (Saas), mas essa pode acabar se tornando uma escolha indevida. Este modelo, que inicialmente parece ser barato e “livre”, pode gerar altos custos com manutenção e atualizações, e tende a limitar o crescimento do lojista por questões de tecnologia. Exige muito trabalho e atenção com a tecnologia, hospedagem, etc. É um modelo que também vem cada vez mais caindo em desuso, apesar de ocupar ainda uma das maiores fatias do mercado de plataformas de E-Commerce do Brasil.

 

4 – Saas (Software as a Service)

Este é o modelo que mais vem sendo utilizado pelos pequenos e médios lojistas. No modelo Saas, o código é único para todos os clientes, ou seja, todas as atualizações e manutenções realizadas pela equipe da plataforma, aplica-se em todas as lojas do ecossistema automaticamente. Com este modelo, o lojista, enquanto estiver na plataforma, investirá em uma mensalidade fixa, que irá variar de acordo com quantidade de produtos, pageviews, ou porcentagem de vendas. Isso muda de plataforma para plataforma. Tudo já está incluso, como atualizações, manutenção, hospedagem, suporte, etc. A plataforma da Loja Integrada, por exemplo, que é a mais popular do Brasil, possui opção gratuita e é ideal para lojistas que estão começando, mas tem limitação de recursos mais avançados. Já a VTEX, é possível ter uma liberdade quase completa de desenvolvimento de layout e o lojista só paga para a plataforma pelo que vender, mais uma pequena mensalidade fixa. Normalmente, as desvantagens dessas plataformas estão na impossibilidade de implementar novas funcionalidades de recursos (limitado a apenas recursos de Front End, na camada HTML/CSS/JS), pois todo o sistema é fechado pela empresa responsável, por isso, ao escolher uma plataforma SaaS, é preciso optar pela mais indicada ao momento do lojista, com uma previsão de crescimento a médio prazo.

 

Qual modelo de plataforma escolher?

 

A não ser que você realmente precise de um código aberto e operação exclusiva, nós da Chiclé Digital recomendamos a seleção de uma plataforma no modelo SaaS. Constantemente ouvimos lojistas reclamarem que querem “liberdade”, não querem ficar dependentes de aluguel de plataformas, mas definitivamente não vemos vantagem alguma em criar a sua própria plataforma ou baixar o seu próprio código e personalizar, por conta das atualizações a manutenções necessárias. Os recursos, avanços e manutenções sempre serão inferiores se comparado com um sistema SaaS , assim como custos e dor de cabeça que o lojista terá com um código próprio. Sem contar que estas plataformas livres, na maioria das vezes possuem inúmeras deficiências para resultar uma boa indexação da sua loja e produtos nos sites de busca, ou seja, no SEO. A tecnologia SaaS garante a eficiência tanto na relevância quanto de recursos e segurança para seus lojistas, e deixa o lojista livre para focar em suas estratégias de venda e crescimento.

 

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